"Gente de humanas que faz um monte de coisa que não dá dinheiro"

30 julho 2013

( Texto retirado do blog "Recordar, repetir e Elaborar")


Conversando sobre um amigo – digamos apenas que ele é da ˜área de humanas˜ – que se encontra em apuros financeiros, meu marido perguntou:

- Mas afinal, o que ele faz?

Minha resposta foi imediata, sem censura e sem rodeios:

- Ah, você sabe como é, faz um monte de coisa que não dá dinheiro.

E foi aí que me ocorreu.

Quase todos os meus amigos podem ser definidos exatamente assim: gente de humanas que faz um monte de coisa que não dá dinheiro.

Tenho pouquíssimos amigos que construíram uma sólida e tediosa carreira de sucesso em alguma respeitável multinacional.

Meus amigos, quase todos, fazem, fizeram ou farão trampos de:

design gráfico, tradução, revisão, revisão ABNT, programação, decoração, consultoria de moda, webdesign, transcrição, preparação de originais, editoração, legendagem, publicidade, jornalismo, aula de inglês, de francês, aula em faculdade, em cursinho, mestrado, doutorado, com bolsa, sem bolsa, consultoria/assessoria/gerenciamento de redes sociais, assessoria de imprensa, produção de eventos, crítica de arte, de música, de cinema, cenografia, curadoria, agitação cultural, mapa astral.

Escritores, roteiristas, resenhistas, romancistas, colunistas, cronistas e poetas. Professores, palestrantes, repórteres, artistas e fotógrafos. Produtores, atores e diagramadores. Bailarinos, músicos e psicanalistas. Pós-graduandos em ciências sociais, antropologia e história. Estudantes de graduação em filosofia...
Um monte de coisas. Que não dão dinheiro. Nenhuma delas. Nem se juntar tudo.

E eu, que sempre me senti tão sem turma, tão sempre trabalhando quietinha e sozinha em casa, tão avessa ao mundo real repleto de gente com uma CLT na mão e o firme propósito de ganhar dinheiro na cabeça. Eu, que sempre me senti oprimida por aquela propaganda no metrô que mostra um jovem sorridente “decolando na carreira” depois de concluir seu MBA em administração. Eu, finalmente, sorri e me dei conta:

Gente de humanas que faz um monte de coisa que não dá dinheiro - esse é o meu clube, essa é a minha vida.

Somos bichinhos estranhos, nós que somos gente de humanas e fazemos um monte de coisa que não dá dinheiro. Pulamos de frila em frila sempre achando que o de agora vai durar e que o contratante vai pagar em dia. Ignoramos solenemente o fato de que o frila de 2009 pagava exatamente o mesmo que o frila de 2013. Acima de tudo, baseamos toda a nossa vida na convicção de que o próximo frila será melhor, mais interessante e mais bem pago que o atual.

Escrevemos, traduzimos, cantamos e sapateamos. Nosso talentos são múltiplos. Nossa versatilidade é incomparável. Nossa paciência é infinita. Nosso único defeito: não somos uma categoria unida. Se unidos fôssemos, estaríamos nos anúncios do metrô agora mesmo: “venha ser gente de humanas e fazer um monte de coisa que não dá dinheiro você também!” Mas não. Em vez disso, estamos aqui, cada qual surtando com seu próprio prazo e seu próprio cliente inadimplente – ou, no meu caso, tentando escrever mais um texto acadêmico e, em vez disso, escrevendo besteira no blog.

Tenho uma teoria de que nós, gente de humanas que fazemos um monte de coisa que não dá dinheiro, só teremos nosso valor devidamente reconhecido pela sociedade o dia em que o governo quiser subsidiar a vinda de tradutores, fotógrafos, poetas e psicanalistas cubanos. Aí sim seremos importantes – aí sim seremos potência.

Até lá, continuaremos fazendo um monte de coisa – e fingindo para a nossa família e nossos amigos com carteira assinada que ganhamos algum dinheiro.

O Pequeno Rato Cinzento: A Árvore na Rotunda (Cap.4) - Parte 1

29 julho 2013

(Primeiro capítulo e outros contos em: "Old French Fairy Tales")
Rosalie admirava muito todas as flores, mas esperava com certa impaciência para que o príncipe removesse o pano que envouvia a árvore misteriosa. Ele deixou a casa-verde, no entanto, sem ter falado dela.

"O que, então, meu príncipe, é esta árvore que é tão cuidadosamente oculta?"

"É o presente de casamento que eu destinei a você, mas você não poderá vê-lo até seu aniversário de quinze anos." Disse o príncipe, alegremente.

"Mas o que é que reluz e brilha tanto sob o pano?" disse ela, importuna.

"Você vai saber tudo em poucos dias, Rosalie, e eu me orgulho de que você não irá achar meu presente algo comum."

"E eu não posso vê-lo antes do meu aniversário?"

"Não, Rosalie,...A rainha das fadas me proibiu, sob pesadas penalidades, para mostrá-lo até depois de se tornar minha esposa e eu espero que você me ame o suficiente para controlar sua curiosidade até aquele momento."

Estas últimas palavras fizeram Rosalie tremer, pois lembrou-lhe do pequeno rato cinza e das desgraças que ameaçavam a ela e a seu pai, se ela não se permitir cair sob a tentação, sem dúvida, o seu inimigo, a fada Detestável teria feito acontecer. Ela não falou mais no caso misterioso, e continuou sua caminhada com o príncipe. O dia passou mais agradavelmente. O príncipe apresentou-a as senhoras da corte e ordenou-lhes que honrassem e respeitassem a princesa Rosalie, a quem a rainha das fadas tinha escolhido como sua noiva. Rosalie era muito amável para cada um e todos se alegraram com a ideia de ter alguém tão chamosa e encantadora como rainha.

Os dias seguintes foram passados em toda espécie de festa. O príncipe e Rosalie, ambos se viam com corações alegres pela abordagem do aniversário que era para ser o dia do casamento também. O príncipe, que amava ternamente ela, E Rosalie que amava o príncipe, que desejava fortemente ver seu pai novamente, e também porque esperava para ver o caso da rotunda. Ela pensou nisso encessantemente. Sonhou com isto a noite toda e quando estava sozinha, tentava com dificuldade conter-se para não correr para a casa-verde e tentar descobrir o segredo.

Finalmente, o último dia de antecipação e ansiedade chegou. Na manhã Rosalie teria quinze. O príncipe estava muito ocupado com os preparativos para seu casamento, que era um grande afazer. Todas as boas fadas que ele conhecia eram para estarem presentes, bem como a rainha das fadas. Rosalie encontrou-se sozinha na parte da manhã e resouveu dar um passeio. Enquanto meditava sobre a felicidade do dia seguinte, ela involuntariamente se aproximou da estufa. Ela entrou, sorrindo e pensativa, e então, encontrou-se face a face com o pano que cobria o tesouro.

"Amanhã", disse ela, "Eu finalmente vou saber o que esse pano grosso esconde de mim. Se eu quisesse, de fato eu poderia vê-lo hoje, porque eu claramente percebo algumas pequenas aberturas em que poderia colocar os dedos e abrir um pouco - Na verdade, quem iria saber? Gostaria de costurar o pano depois de ter tomado um vislumbre. Uma vez que amanhã está tão perto, quando estou a ver tudo...eu bem poderia olhar para o dia"

Rosalie olhou em volta e não viu ninguém e, em seu extremo desejo de satisfazer a sua curiosidade, ela esqueceu a bondade do príncipe e os perigos que ameaçavam a todos e cedeu a essa tentação

Bridget Jones's Diary

28 julho 2013


"Bridget Jones, uma mulher de trinta anos, decide, entre as resoluções de Ano Novo escrever um diário. Bridget Jones revela, a cada capítulo, as suas qualidades e os seus defeitos, além de expor com muito humor situações que fazem parte do dia-a-dia de várias mulheres nesta mesma faixa de idade: problemas com o trabalho, a busca do homem ideal etc. Cada capítulo do livro trata de um determinado dia na vida desta anti-heroína, que sempre inicia o seu relato contabilizando o peso e as calorias, cigarros e unidades alcoólicas que consumiu no dia anterior"

Assisti o filme online e curti muuito! ja tinha um tempo que queria ver esse filme e é tão bom quanto eu imaginava, ora você ri, ora você começa a segurar o choro com Bridget e seus problemas amarosos.

Bridget tem uma quedinha por Daniel Cleaver, seu chefe, um cara um tanto sexy mas cafajeste, e no decorrer da história acaba conhecendo um pouco mais sobre um outro rapaz, um advogado divorciado chamado Mark Darcy que também já foi seu vizinho quando ela era criança, e fica naquela dúvida até o final do filme: Qual dos dois escolher!?


"Achar um namorado direito e sensível, e parar de me envolver com alcoólatras, workaholics, homens com fobia de compromisso, voyeurs, megalomaníacos, impassíveis ou pervertidos." (Citações)


White & Sweet

27 julho 2013


. Inspirações para quem assim como eu, também está pretendendo fazer uma reforma no quarto!♥





Compras e lista de desejos

25 julho 2013


Não adianta, sempre que eu tiver a oportunidade de torrar o cartão de crédito para conseguir algo que eu quero, eu vou fazer isto. As escolhas da vez foram um Coturno Bordô da marca "Luz da Lua" e o dvd de Brave (Valente).
Já estão me sobrando alguns meses no fim do salário, viu!? haha ♥

. lista de desejos (Julho);

. O Livro do Sensacional - Pasricha, Neil
. Fujifilm Instax mini 8
. Bicicleta Caloi Konstanz Terracota
. Um Dia (dvd)
. Ruby Sparks (dvd)

Full Moon Silhouettes

24 julho 2013


"Full Moon Silhouettes" é um video gravado em tempo real da luz nascente sobre o Monte Victoria Lookout em Wellington, Nova Zelândia. As pessoas se reuniram lá em cima para obter a melhor visão possível da lua crescente. A filmagem foi feita durante o nascer da lua no dia 28 de Janeiro de 2013 por Mark Gee.

Đăng Thiện (Dolphin Li) Photography

23 julho 2013


Lê Đăng Thiện (também conhecido como Jacky Li, seu nome inglês), mora em Ho Chi Minh no Vietnã e trabalha como diretor de arte, Webmaster e fotógrafo.
"Dolphin Li" (apelido*) curte e gosta de fazer incríveis ensaios pré-casamento, um mais envolvente e encantador que o outro♥
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O Pequeno Rato Cinzento: O Príncipe Gracioso (Cap.3) - Parte 2

22 julho 2013

(Primeiro capítulo e outros contos em: "Old French Fairy Tales")
Rosalie dormia tranquilamente até de manhã. O sol estava brilhando quando ela acordou. Ela olhou em volta, com grande surpresa. O rato perverso não estava perto dela para aterrorizá-la, tinha felizmente desaparecido.

"Eu fui entregue a esta perversa Fada Detestável?" disse ela, alegremente. "Eu estou nas mãos de uma fada mais poderosa do que ela própria?"

Rosalie agora aproximou-se da janela e viu muitos homens armados e muitos oficiais, vestidos com uniformes brilhantes. Cada vez mais surpresa, estava prestes a chamar um dos homens, a quem acredita ser um gênio ou encantadores, quando ouviu passos se aproximando. Ela se virou e viu o Príncipe Gracioso, vestido em uma elegante e rica roupa de caça, diante dela, e sobre ela com admiração. Rosalie imediatamente reconheceu o príncipe dos seus sonhos e gritou involuntariamente:-

"O príncipe Gracioso!"

"Você me conhece, então?" disse o príncipe, com espanto. "Como, se você já me conhece, eu poderia ter esquecido o seu nome e rosto?"

"Eu só vi você em meus sonhos, príncipe", disse Rosalie, corando. "Quanto ao meu nome, você não poderia conhecê-lo, já que eu mesmo não sabia o nome do meu pai até ontem."

"E qual é o nome, se me permite perguntar, que foi escondido de você por tanto tempo?"

Rosalie então lhe disse tudo o que tinha ouvido de seu pai. Ela confessou francamente a sua culposa curiosidade e suas terríveis conseqüências.

"O juiz da minha dor, príncipe, quando me vi obrigada a deixar o meu pai, a fim de escapar das chamas que a  perversa Fada Detestável havia acendido; quando, rejeitada em todos os lugares por causa do rato perverso, eu me vi exposta à morte por causa da fome e sede! Logo, porém, um sono pesado tomou posse de mim, durante o qual eu tinha muitos sonhos estranhos. Eu não sei como cheguei aqui ou se é em seu palácio que me encontro."

Gracioso então relatou a Rosalie como ele a havia encontrado dormindo na floresta e das palavras que ele tinha ouvido do seu sonho. Em seguida, ele acrecentou:

"Há uma coisa que seu pai não lhe disse, Rosalie, isto é, que a rainha das fadas, além de decidir sobre nossa relação, também decidiu que deveriamos se casar quando você fizesse quinze anos. Sem dúvida, deve ter sido a Rainha das fadas que me inspirou com o desejo de ir à caça, para que eu pudesse encontrá-la na floresta onde tinha andado. Uma vez que você irá completar quinze anos em alguns dias, Rosalie, considere meu palácio como seu próprio e todo o comando aqui com antecedência, como minha rainha. O seu pai logo irá voltar para você e vamos celebrar o nosso feliz casamento.

Rosalie agradeceu ao jovem de todo coração e retornou ao seu quarto, onde encontrou suas criadas à sua espera com uma maravilhosa seleção de ricas e esplêndidas vestes e cocares. Rosalie, que nunca tinha dado muita atenção a isto, pegou o primeiro vestido que foi apresentado a ela. Era cor de rosa, decorado com finas rendas e uma coroa de rendas e botões de rosa. Seu belo cabelo castanho foi organizado em faixas, formando uma coroa. Quando concluído, o príncipe a conduziu para seu café da manhã.

Rosalie comia como se não tivesse comido no dia anterior. Após a refeição, o príncipe a levou para o jardim e a conduziu para as estufas, que estavam magníficas. No final das estufas, havia uma pequena rotunda, ornamentados com flores escolhidas, no centro desta rotunda havia uma grande cápsula em que parecia conter uma árvore, mas um tecido pesado e grosso havia sido jogado e firmemente costurado sobre ele. Através do pano no entanto, já podia ser visto uma série de pontos que davam um brilho extraordinário.

O Pequeno Rato Cinzento: O Príncipe Gracioso (Cap.3) - Parte 1

15 julho 2013

(Primeiro capítulo e outros contos em: "Old French Fairy Tales")
Enquanto Rosalie foi assim, dormindo calmamente, o príncipe Gracioso estava envolvido em uma caçada pela floresta. O cervo, perseguido ferozmente por cães, veio tremendo de terror se agachar perto do riacho em que Rosalie estava dormindo. Os cães e os encarregados da caça saltaram para a frente, logo após o cervo. De repente, os cães pararam de latir e se agruparam em silêncio em torno de Rosalie. O príncipe desceu de seu cavalo para definir aos cães novamente sobre a trilha do cervo quando teve a surpresa de ver a linda jovem dormindo sozinha na floresta!
Ele olhou cuidadosamente ao redor, mas não viu ninguém. Ela estava de fato sozinha, abandonada. Ao examiná-la mais de perto, ele viu os rastros de lágrimas em suas bochechas, que ainda escapavam lentamente de suas palpebras fechadas.

Rosalie estava com roupas simples, mas seu vestido de seda denotava riqueza. Suas finas mãos brancas, unhas rosadas, suas lindas madeixas castanhas, cuidadosamente decoradas com um pente dourado, elegantes botas e colar de pérolas puras indicando uma posição elevada.

Rosalie não despertou, mesmo com o barulho dos cavalos, latidos dos cães e tumulto feito pela multidão de desportistas.

O príncipe estava atordoado e ficou olhando fixamente para Rosalie. Ninguém se apresentou para reconhece-la. Ansioso e inquieto por este sono profundo, o príncipe Gracioso tocou sua mão levemente. Rosalie ainda dormia. O príncipe apertou sua mão de leve, mas mesmo assim isso não a acordara.

Voltando-se para seus oficiais, ele disse: "Não posso abandonar esta criança infeliz, que talvez tenha se desviado de algum projeto, vítima de alguma maldade cruel."

"Mas como vamos removê-la enquanto ela está dormindo, príncipe," disse Hubert, seu principal guarda-caça, "Por que não fazemos um ninho de galhos e, depois a mandamos a um pensionato no bairro, enquanto sua alteza continua a perseguição?"

"Boa idéia, Hubert. Faça o ninho e a coloque imediatamente nele, mas não a leve a um pensionato e sim ao meu palácio. Esta jovem donzela é certamente de um alto nascimento, ela é linda como um anjo. Vou vigiá-la eu mesmo, para que possa receber os cuidados e atenção de que tem direito."

Hubert, com a ajuda de seus homens, logo arrumaram um ninho sobre o qual o príncipe Gracioso espalhou seu manto e, depois, se aproximando de Rosalie, que ainda estava dormindo suavemente, levantou-a sobre seus braços e a deitou em cima da capa. Neste momento Rosalie parecia estar sonhando. Ela sorriu e murmurou, em voz baixa:

"Meu pai! meu pai! salvo para sempre! A rainha das fadas! O príncipe Gracioso! eu vejo ele, ele é encantador!"

O príncipe, surpreso ao ouvir seu nome pronunciado, não duvidou que Rosalie era mesmo uma princesa sob algum encantamento cruel. Ele ordenou a seus caçadores a caminharem muito suavemente para não acordá-la, enquanto andava ao lado da maca.

Ao chegar ao palácio, o príncipe Gracioso ordenou que o apartamento da rainha devia ser preparado para Rosalie. Ele sofreu para que ninguém a tocasse, levando-a ao seu quarto e deitando-a gentilmente sobre a cama, e ordenou as mulheres que estavam em cima para vigiá-la e informar-lhe logo em que ela despertasse. Então, lançando um olhar triste de despedida, sobre aquela doce face a dormir, ele saiu da sala.

"Haru and Mina" - Hideaki Hamada's Family Album

14 julho 2013


Hideaki Hamada nasceu em 1977, Hyogo, e atualmente mora em Osaka. Trabalha como fotógrafo e depois de ter algumas exposições individuais na Ásia e Europa, publicou seu primeiro livro "Haru and Mina" em Taiwan (2012).

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i'm a good girl with bad habits

12 julho 2013



                 "All I want is the best for our lives my dear,
                                      and you know my wishes are sincere."


No tempo em que tudo parece perdido, eu começo a fotografar, e como eu não tiro fotos minhas desde Maio (que não pelo instagram*) resolvi me atualizar quanto a isto. E digo mais, estou com o humor um pouco melhor!♥

via Instagram:

Everyday Love, the art of Nidhi Chanani

11 julho 2013


Nidhi Chanani é uma ilustradora e artista freelancer. Nascida em Calcutá e criada no subúrbio da Califórnia. Atualmente, desenha e sonha em São Francisco. Cria arte porque além de deixá-la feliz, tem a esperança de que possa fazer os outros felizes também. Em abril de 2012, foi homenageada na Casa Branca como campeã de mudança e já trabalhou com a Hasbro, Paramount Pictures, Disney e uma variedade de outros clientes.
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