O Pequeno Rato Cinzento: A pequena casa (Cap.1) - Parte 1

10 junho 2013

(Primeiro capítulo e outros contos em: "Old French Fairy Tales")

Era uma vez um homem chamado Prudent, que era viúvo e morava sozinho com sua filha. Sua esposa tinha morrido poucos dias após o nascimento desta pequena menina, que foi nomeada Rosalie.

O pai de Rosalie tinha uma grande fortuna. Ele morava em uma grande casa, que pertencia a ele. Esta casa foi cercada por um grande jardim em que Rosalie podia andar sempre que queria.

Ela tinha sido treinada com grande ternura e delicadeza, e o pai à tinha habituado a ter uma obediência inquestionável. A proibiu positivamente de fazer perguntas inúteis ou insistir em saber sobre qualquer coisa que ele não queria dizer a ela. Desta forma, pelo cuidado e vigilância, ele quase conseguiu curar uma das grandes falhas de Rosalie, uma falha de fato, infelizmente, muito comum: Curiosidade

Rosalie nunca deixou o jardim, que era cercado por muros altos

Rosalie nunca deixou o jardim, que era cercado por muros altos. Ela nunca viu qualquer um, além de seu pai. Eles não tinham doméstica em casa; e tudo parecia ser feito de si mesmo. Ela sempre teve o que queria, roupas, livros, trabalho e brinquedo. Seu próprio pai à educou e embora tivesse quase quinze anos de idade, ela nunca estava cansada e nunca pensei que ela poderia viver de outra forma e poderia ver mais do mundo.

Tinha uma pequena casa no fim do jardim, sem janelas e com apenas uma porta, que estava sempre bloqueada. O pai de Rosalie entrava nesta casa todos os dias e sempre carregava a chave com a sua pessoa. Rosalie pensava que era apenas uma pequena cabana em que ferramentas de jardim eram guardadas. Ela nunca pensou em falar sobre isto, mas um dia, quando ela estava procurando por um regador de flores, ela disse-lhe:

"Pai, por favor, me da a chave da pequena casa no jardim."

"O que você quer com esta chave Rosalie?"

"Eu quero um regador e eu acho que eu poderia encontrar um naquela casinha"

"Não, Rosalie, não há regador lá"

A voz de Prudent tremiam tanto em pronunciar estas palavras que Rosalie olhou com surpresa, e viu que seu rosto estava pálido e a testa completa de suor.

"Qual é o problema pai?", disse ela, alarmada.

"Nada, filha, nada"

"Foi o meu pedido da chave que o deixou tão agitado e violento, pai. O que tem naquela casinha que te assusta tanto?"

"Rosalie, Rosalie! Você não sabe o que está dizendo. Vá e olhe se não tem um regador na estufa."

"Mas, pai, o que tem naquela casinha no jardim?"

"Nada que possa interessá-la, Rosalie."

"Mas por que você vai lá todos os dias, sem permitir que eu vá com você?"

"Rosalie, você sabe que eu nào gosto de ser questionado e que a curiosidade é o maior defeito em seu caráter."

Rosalie não disse mais nada, mas ficou muito pensativa. Esta casinha em que ela nunca havia pensado antes, agora estava constantemente em sua mente.